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Acusado de lavagem de dinheiro, ex-atacante cobra R$ 1 milhão da Ponte Preta na Justiça

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Acusado de sonegação e lavagem de dinheiro, o ex-atacante Roni cobra R$ 864.823,80 da Ponte Preta, com quem havia firmado contrato em novembro de 2017, ano do rebaixamento do time no Campeonato Brasileiro.

De acordo com o “Futebol Interior”, o ex-jogador, através da sua empresa Acesso Mais Tecnologia, diz que firmou com o time campineiro um contrato de mútuo financeiro, no qual emprestou R$ 300 mil ao clube.

No entanto, o acordo previa que a Ponte Preta devolvesse a quantia de R$ 300 mil à empresa até 27 de novembro de 2020, o que não aconteceu. Aliás, o valor resta pendente de pagamento até agora, razão pela qual motivou a propositura da ação na Justiça.

Foto de capa: Getty Images
João Felix

Ainda constava que, em caso de inadimplemento, haveria uma multa de 10% sobre o valor total, além de juros e correção monetária desde o dia da dívida até o pagamento. Com isso, o montante resulta em quase R$ 1 milhão. A Ponte Preta não se manifestou sobre o assunto. 

Sobre o ex-atacante, de acordo com a Polícia Civil, houve indícios de crimes de estelionato, associação criminosa, falsidade ideológica e sonegação fiscal. Tanto é que Roni chegou a ser detido por policiais durante uma partida pela Série A de 2019.

Atualmente, Roni está em liberdade e continua atuando no ramo de eventos esportivos, principalmente para clubes que desejam mandar seus jogos na região Centro-Oeste.

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