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“Homossexualidade não é doença”: Clube espanhol denuncia médico de jogadora

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Após a goleira do time espanhol, Ciudad de Múrcia, Alba Aragón, ter sofrido homofobia de seu médico ginecologista, o time se manifestou nas redes sociais. O caso ocorreu no Hospital Reina Sofía, quando Alba precisou de consulta ginecológica para investigar problemas em seu ciclo menstrual, e ao sair da consulta, a goleira percebeu o diagnóstico preconceituoso do médico, que havia colocado sua sexualidade como doença.

Ao jornal ‘El Español”, a jogadora disso não ter vergonha de se afirmar lésbica. “Disse ao médico que era homossexual porque achei que era relevante para os exames que ia fazer”, afirma. 

Por meio das redes sociais, o clube espanhol no qual Alba joga como titular, pediu uma investigação do caso. “Queremos denunciar publicamente a discriminação sofrida por nossa goleira Alba no Hospital Reina Sofia. Exigimos que as responsabilidades sejam esclarecidas e apoiamos incondicionalmente a jogadora em sua corajosa reclamação”. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 1990 a homossexualidade não é considerada doença, mas sim, reconhecida como uma orientação sexual, tão natural quanto a heterossexualidade. 

Foto de capa: Reprodução/Instagram
João Felix

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