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Mbappé exalta parceria com Messi e fala sobre reclamação com Neymar: “Coisas que acontecem”

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No mesmo dia em que Mbappé voltou a falar sobre o desejo de deixar o PSG, o jornal “L’Équipe” publicou uma entrevista em que o jovem francês fala sobre a reclamação recente com Neymar em uma partida, oportunidade de jogar ao lado de Messi e o fracasso na Eurocopa.

Sobre a relação com o brasileiro, com quem reclamou por não ter recebido passe em vitória contra o Montpellier no Francês, o atacante minimizou qualquer problema e tratou a discussão como “normal”.

Sim, eu disse isso. Agora, essas são coisas que acontecem o tempo todo no futebol. Simplesmente não precisa ser algo destacado. Por isso, logo depois conversei com ele sobre isso. Já trocamos muitas palavras assim no passado e vai continuar, porque queremos vencer, mas não deve haver um ressentimento”.

Ainda completou: “Não existe nada porque respeito o jogador e admiro o homem que ele é. Mas eu não estava feliz com um passe. Um dia aconteceu comigo também, eu não passei e ele não estava feliz. Mas não tem problema”.

João Felix

Sobre o argentino, Mbappé citou uma hierarquia dentro da equipe e revelou que nunca imaginou atuar ao lado do craque. Além disso, afirmou que Messi é bastante tímido, menos dentro de campo. 

“Nunca imaginei ele vindo aqui! Ele é um dos poucos jogadores que coloquei na caixa “impossível jogar com ele”. Para mim, ele nunca iria deixar o Barcelona. Saboreio cada momento ao lado dele. Nunca devemos esquecer que continua sendo um privilégio. Ele é alguém que adora futebol. Fala com todos, tenta se encaixar do seu jeito, mesmo que seja um pouco tímido. Mas no campo, ele não é tímido”.

“Quando você tem Messi no time, sabe que ele tem que fazer um pouco menos para ter fôlego e estar mais lúcido para marcar. Então, se você tiver que ir, vá. Não há problema, é uma hierarquia estabelecida. Eu concordo em correr quando o Messi estiver andando, sem problemas! É o Messi, de qualquer maneira!“, completou

Capa do L'Équipe - Reprodução

O fracasso da Eurocopa também foi perguntado ao jogador, que não fugiu de responder. Para ele, que desperdiçou um pênalti decisivo contra a Suíça, foi o grande ponto negativo da carreira até o momento.

“Você pode fazer todas as análises que quiser, mas há um debate em que somos unânimes: nos perdemos completamente. Quando você é eliminado nas oitavas de final por um suposto adversário inferior quando estava ganhando por 3 a 1 aos 80 minutos… as férias me ajudaram a seguir em frente, porque é difícil voltar a jogar logo depois de algo assim”.

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