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Atlético-MG entrará com pedido na Conmebol para anular gol do Palmeiras na Libertadores

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O Atlético-MG enviou, na quarta-feira, à Conmebol um ofício solicitando a anulação do gol do Palmeiras no empate em 1 a 1, no Mineirão,, que culminou na eliminação do time mineiro da Libertadores.

Na documentação, o clube anexou imagens da invasão do campo do atacante Deyverson, que estava na reserva, antes da conclusão da jogada que terminou com Dudu marcando o gol. As informações foram divulgadas pela “Rádio Itatiaia”. 

A diretoria atleticana primeiramente pede a instauração de Procedimento Disciplinar contra o Palmeiras, na forma do artigo 62, item 1, alínea “b”, do Código Disciplinar 2021 e a aplicação de sanção ao clube paulista, na forma do artigo 7, item 3, alínea T do mesmo regramento, para (i) anular o gol marcado por Dudu e determinar o resultado da partida em 1 x 0 para o Atlético.

Caso contrário, o Galo pede que seja determinada a repetição da partida, na forma do artigo 7, item 3, alínea “k”, do Código Disciplinar. “A teor da regra 3.9 do Laws of the Game 21/22 da International Football Association Board, se, apos a marcação de um gol o arbitro perceber que um jogador substituto da equipe que o marcou se encontrava dentro do campo naquele momento, o arbitro deve invalida-lo e reiniciar o logo com um tiro livre direto, executado do local em que a pessoa extra estava”, escreveu o Atlético para a Conmebol no ofício enviado.

Foto de capa: Cesar Greco/Palmeiras
João Felix

O clube ainda citou que o árbitro anotou na súmula a invasão do jogador do Palmeiras antes do reinício da partida, já que ele o puniu com um cartão amarelo. 

“Merece realce que a presença do atleta substituto Deyverson Brum Silva Acosta dentro do campo foi percebida pelo árbitro da partida após a marcação do gol e antes de o jogo ser reiniciado, conforme se extrai da Súmula da Partida. Tanto e assim que o referido atleta foi apenado com cartão amarelo justamente pela invasão ao campo, o que desvela a aplicação incorreta das regras do logo, especialmente aquela prevista no item 3.9 do Laws of the Game 21/22 da International Football Association Board”.

“Nesse sentido, eleva-se que não se está diante de má interpretação dos fatos, mas, em verdade, de erro de direito flagrante e inescusável, que teve como consequência a assinalação de gol notoriamente invalido, o qual deu acesso indevido ao Palmeiras a final da Copa Conmebol Libertadores 2021”, acrescentou o Atlético-MG

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