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Janela de transferência histórica é a que a menos gerou gastos nos últimos sete anos

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Nesta terça-feira (31) se encerrou uma das janelas de transferências mais marcantes dos últimos anos. Com Messi e CR7 de casa nova, ironicamente, essa foi a janela com menor gastos em transferências nos últimos anos. 

Se em 2019, o mercado de verão moveu cerca de 5,3 bilhões de euros (R$24 bilhões na cotação da época), a janela de 2021 moveu apenas 2,96 bilhões de euros (cerca R$18,1 bilhões). 

Foto destaque: Getty Images

João Felix

Um dos motivos dessa diminuição de valores é devido a crise gerada pela pandemia de Covid-19. Sem público na maioria dos jogos em 2020, as principais ligas do mundo deixaram de faturar e precisaram se conter nessa janela. Das cincos maiores ligas, a da Inglaterra foi a que mais gastou: Superaram 1 bilhão de euros. Contabiliza-se ai a negociação de CR7, que se transferiu da Juventus para o United.

Em compensação, as ligas da Alemanha, Espanha e França não ultrapassaram os 500 milhões de euros. Sendo a La Liga a que menos gastou.

Com grandes nomes contratados, a janela foi histórica justamente pelo peso das contratações. Messi deixou o Barcelona e assinou com o PSG, Cristiano Ronaldo retornou para o United. David Alaba decidiu ir para Madrid e Grealish se tornou o sétimo jogador mais caro da história ao ser contrato pelo Manchester City

No Brasil

E não foi apenas na Europa que a janela foi histórica. No Brasil, as contratações de grandes nomes também fizeram balançar o mercado da bola. O Corinthians foi um dos que mais se reforçou, trazendo novamente Renato Augusto e Willian. Além disso, Giuliano, Roger Guedes e João Pedro também chegaram. Já o São Paulo fez a alegria do torcedor com o retorno de Jonathan Calleri e a contratação de Gabriel Neves.

O Flamengo não ficou por baixo, acertou a vinda do belga Andreas Pereira e do ponta Kenedy. Já o Galo trouxe Diego Costa para o elenco. 

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