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Atualmente no Atlético-MG, Tchê Tchê abre jogo sobre polêmica com Diniz no São Paulo: “Não sou perninha”

Tchê Tchê
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O meio-campo Tchê Tchê, atualmente no Atlético-MG, abriu o jogo sobre a polêmica com Fernando Diniz quando ambos estavam no São Paulo. O jogador falou pela “primeira e última vez” sobre o ocorrido, em que o treinador o chamou de “Ingrato”, “perninha” e “mascaradinho” (veja no vídeo abaixo).

Em uma entrevista ao podcast “Podpah”, Tchê Tchê decidiu falar com a imprensa sobre o assunto e desabafou. “Mas isso fez mal não foi só pra mim. Você chegar em casa, todo mundo mal, seu pai te ligar chorando. É totalmente na contramão dos princípios que eu fui criado. Não sou mala, não sou perna, não sou arrogante. Ele (Diniz) foi mal naquilo, ele foi mal”.

Ainda acrescentou: “Primeira e última vez que vou tocar nesse assunto. Eu fui criado de uma maneira de sempre respeitar as pessoas, nunca faltei, nunca xinguei ninguém. Tanto que no episodio eu poderia ter virado e xingado, mas não. Simplesmente mantive a minha postura, que é a que eu tenho no dia a dia. O ‘bagulho’ tomou uma proporção, que as pessoas em qualquer lugar, se vão comentar qualquer coisa: ‘Olha o perninha aí’. Não tem perninha, ‘tio’. Não sou perninha. Tenho postura da hora, seja onde for”.

“Não foi um negócio saudável pra mim. Eu fiquei com muita raiva. Uma raiva incontrolável. E daí que eu falo que Deus é muito bom, porque no final das contas eu agi da maneira certa e as coisas continuaram dando certo pra mim. Eu não precisava virar pro cara e xingar ele. eu não fui criado assim. Do mesmo jeito que eu não sou um ‘mala’, eu não sou um cara desrespeitoso. O cara (Diniz) me conhecia, tinha uma ligação forte, então acho que foi uma coisa desnecessária”, finalizou. 

Foto de capa: Pedro Souza/Atlético-MG
João Felix

O jogador também se mostrou decepcionado com a postura do São Paulo. Ele revelou que não se posicionou por esperar que o clube o blindasse o caso, mas nunca aconteceu. 

“Eu falei, ‘não vou me posicionar’. Esperei que alguém falasse por mim. Eu não me sentia à vontade. Ninguém me protegeu no clube, ninguém tomou a frente no ‘bagulho’. Simplesmente, “ah, aconteceu, é o pai dele”, tá ligado? Eu não tenho pai nenhum no futebol. Eu fiz o bagulho acontecer desde o início. Ninguém fez favor para mim”.

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