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Dirigentes aconselham afastamento de Caboclo para se defender; presidente resiste

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Pressionado em virtude das denúncias de assédio sexual e moral de uma funcionária, Rogério Caboclo foi aconselhado a se afastar do cargo de presidente da CBF para cuidar do caso. No entanto, o cartola demonstra resistência para abdicar do cargo – mesmo que seja por um curto tempo.

Apesar de ser acusado depois de semanas turbulentas na CBF, Caboclo acredita em sua inocência e não demonstra interesse em sair da presidência. Caso ele peça licença ou seja afastado, o estatuto da CBF, no artigo 61, prevê que ele seria o responsável por indicar seu sucessor.

O processo está sendo analisado na Comissão de Ética. O Código que rege o futebol brasileiro prevê punições de afastamento, multa, entre outras sanções. O estatuto também diz que: em caso de vacância, assume o vice-presidente mais idoso. Hoje, Caboclo possui oito vices: Antônio Aquino, Castellar Guimarães, Coronel Nunes, Ednaldo Rodrigues, Fernando Sarney, Francisco Noveletto, Gustavo Feijó e Marcus Vicente.

João Felix

Imagem de capa: Getty Images

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