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Matheus Fernandes, do Barcelona, detona Koeman e dispara: “Acho que tinha algo pessoal comigo”

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Matheus Fernandes atuou apenas 17 minutos na temporada pelo Barcelona e, durante entrevista ao “Mundo Deportivo”, desabafou sobre a situação interna do elenco e disparou contra as escolhidas e atitudes de Ronald Koeman.

“O treinador me disse que eu não teria muitas oportunidades e não entendo o porquê de eu ter jogado apenas 17 minutos. Alguns jogos eu poderia ter entrado, assim como ele fez com outros atletas. Não sei o que se passa na cabeça dele. Acho que Koeman tinha algo pessoal comigo“.

Foto: Getty Images

De acordo com o brasileiro, o técnico deixou claro desde o início que ele não estava nos seus planos para a equipe. “Antes de iniciar os treinamentos, ele já disse aos gestores que não contava comigo para a temporada e que eu podia sair. E me perguntei: ‘Como você diz isso se não me conhece, seja pessoalmente, seja como um jogador’. Acho que você tem que olhar primeiro!”.

Foto de capa: Getty Images
João Felix

“Um dia fui falar com ele e ele disse que não me queria ali, que podia sair se encontrasse um bom clube para mim. Mas eu queria jogar. Pedi a ele para me dar alguns minutos para que eu pudesse encontrar um time na próxima temporada, mas ele não me deu um minuto. Foi muito estranho”.

Chateado com a situação, Matheus revela que foi até o encontro de Koeman e perguntou o porquê de não fazer parte dos planos dele. “Um mês ou mais depois desse jogo, sem jogar mais, um dia fui ao seu escritório e disse:“ Por que não tenho mais oportunidades. Joguei mal? ”E ele disse:“ Não, você jogou bem, mas não te posso colocar porque não conto contigo. Você não tem  qualidade para jogar no Barça”.

O brasileiro acredita que é algo pessoal, pois o treinador não dirigia a palavra a ele, mesmo quando ele estava fazendo as atividades com os demais jogadores do elenco. “Eu pedi a ele para jogar, pois eu queria mostrar que tenho qualidade. Se fui contratado pelo Barcelona foi por ter qualidade. Então eu acho que era outra coisa, era algo pessoal, pois ele não falava comigo e agia do jeito que agia”. 

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