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Conmebol aumenta premiação e campeão da Copa América pode faturar R$ 80 milhões

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A Conmebol anunciou nesta sexta-feira o aumento da quantia que premiará o campeão desta edição da Copa América, que ocorrerá na Colômbia e na Argentina entre os dias 13 de junho e 10 de julho. Além dos R$ 23 milhões que cada seleção recebe por participar do torneio, o vencedor da competição
faturará cerca de R$ 57 milhões. 

Para efeito de comparação, o Brasil, campeão em 2019, recebeu – nos parâmetros da cotação atual – cerca de R$ 42 milhões.

Além disso, em reunião do conselho, a Conmebol formou uma comissão com integrantes dos departamentos jurídicos e médicos das associações nacionais para analisar o cenário continental e de
cada país.

Foto de capa: Reprodução/Twitter da Conmebol
João Felix

Com base nisso, serão decididos os destinos concretos das 50 mil doses da vacina produzidas e doadas pelo laboratório chinês Sinovac, que será o “parceiro oficial de saúde” da Copa América. A informação foi dada em primeira mão pelo jornal “La Nación”, da Argentina.

O plano da Confederação é imunizar todas as delegações que vão disputar o torneio, além dos profissionais que atuarão em sua organização. A Conmebol também pretende vacinar as equipes de primeira divisão dos dez países da região. Porém, a lei vigente no Brasil impede que este plano seja realizado. Em nota, a Anvisa informou que qualquer vacina que entrar no país será
confiscada para ser usada pelo SUS, no plano nacional de imunização.

Confira a nota da Anvisa:

A Anvisa não recebeu, até o momento, pedido de importação da vacina. E esclarecemos aos veículos de imprensa que nos procuraram hoje que as doações devem ser objeto de processo de importação e seguem a dinâmica da Lei nº 14.125/2021, uma vez que adquiridas ou recepcionadas por pessoa jurídica de direito privado.

Ainda nos termos da Lei nº 14.125/2021, regulamentada pela RDC 476/2021, poderá ser autorizada a importação excepcional e temporária de vacinas para Covid-19 que não possuam registro sanitário ou autorização para uso emergencial no Brasil, por pessoas jurídicas de direito privado, desde que sejam integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), a fim de serem utilizadas no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Após o término da imunização dos grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, as pessoas jurídicas de direito privado poderão, atendidos os requisitos legais e sanitários, adquirir, distribuir e administrar vacinas, desde que pelo menos 50% (cinquenta por cento) das doses sejam, obrigatoriamente, doadas ao SUS e as demais sejam utilizadas de forma gratuita.

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