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São Paulo vê dívida por Tchê Tchê em R$ 22 milhões e irá negociar com ucranianos; Contratação do jogador irá custar R$ 33,8 milhões ao clube

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O São Paulo negocia a dívida da compra dos direitos econômicos de Tchê Tchê com o Dinamo de Kiev. O débito hoje é avaliado em 3,25 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões). A diretoria busca um acordo diretamente com os ucranianos para evitar uma sanção da Fifa por falta de pagamento.

A compra do volante foi estabelecida em 5 milhões de euros (R$ 22 milhões à época) e seria quitada de forma parcelada. Na gestão de Leco, o clube desembolsou cerca de 1,75 milhões de euros (R$ 11,84 milhões na cotação atual), mas não cumpriu o prazo e precisou renegociar.

A repactuação também não foi cumprida, o que gerou estresse entre as diretorias. Em janeiro de 2020, inclusive, o ex-clube de Tchê Tchê foi à Fifa com o intuito de cobrar o valor. Ou seja, a contratação junto às dívidas somam R$ 33,8 milhões aos cofres do São Paulo.

O novo presidente, que está em exercício, Julio Casares afirmou que irá reduzir as dívidas do São Paulo – que também tem débitos com Daniel Alves (R$ 10 milhões) e com o Athletico-PR por Pablo (R$ 12 milhões). O desejo no momento é chegar em um acordo com os ucranianos e encontrar uma nova forma de pagamento para parcelar o valor.

As conversas já estão em andamento e os brasileiros buscam um acordo antes de uma decisão da entidade máxima de futebol. Além disso, mais uma preocupação do Tricolor é na desvalorização da moeda local com relação às internacionais, especialmente o euro, utilizado na base do acordo.

Tchê Tchê tem contrato com o São Paulo até março de 2023 e é considerado reserva no elenco comandando por Hernán Crespo. No entanto, tem atuado com frequência na atual temporada: participou de três jogos e marcou um gol.

 

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