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Náutico emite nota oficial em defesa contra prisão de massagista; jogadores do clube protestam

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O Náutico veio a público para esclarecer sobre os fatos acerca da prisão do massagista da equipe, Paulo Mariano de Arruda Neto. Conhecido como Paulinho, ele foi preso no dia 22 de fevereiro, acusado de participar de um assalto de ônibus no dia 25 de dezembro de 2018. O clube informou que ele foi detido durante um dia de trabalho normal, no CT do Náutico. Desde então ele se encontra preso.

O departamento jurídico alvirrubro passou a prestar todo tipo de assistência e apoio à família de Paulo. A pasta também teve acesso ao inquérito policial. O processo em questão é de 2019. Nele, há o endereço e dados de Paulo Mariano, mesmo assim ele nunca foi intimado a depor. Diante da ausência de provas concretas nos autos, não duvidamos da sua inocência. Paulo Mariano de Arruda Neto é pai de duas crianças, casado e funcionário exemplar. Possui emprego fixo, ao qual exerce de maneira digna e honesta. Paulinho é querido por todos que fazem o Clube Náutico Capibaribe, seja dirigentes, funcionários, atletas ou comissão técnica. Entendemos o papel e a importância da Justiça para a nossa sociedade, por isso pedimos que ela seja feita e o nosso amigo liberto“, disse a nota do Náutico.

João Felix

O caso tomou maiores proporções na terça-feira (16), quando os jogadores do elenco principal do Náutico começaram um protesto a favor do amigo. Por meio de redes sociais, atletas como Kieza, Jean Carlos e Jefferson, além de ex-jogadores, como Jorge Henrique, postaram mensagens de apoio ao massagista. Foram utilizadas duas hashtags para marcar o protesto #LiberdadeParaPaulo e #Pauloetrabalhador. O técnico Hélio dos Anjos também deixou sua mensagem.

Imagem de capa: Caio Falcão/Náutico

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