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“Brasil Flight Ball”: CBF lança bola oficial da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro 2021

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A CBF divulgou nesta terça-feira a bola que será usada na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro 2021. Em parceria com a Nike, a “Brasil Flight Ball” tem design e tecnologia revolucionários e foi testada por 800 atletas profissionais e teve 68 versões até chegar ao modelo final.

Um elemento adicional de design surge com a nova utilização da tinta 3D Nike ACC (sigla em inglês para “controle em qualquer condição”), que ajuda a garantir a melhor firmeza tanto em tempo seco quanto debaixo de chuva. A bola usa o desenho da tinta 3D para imprimir “micro-abas” estratégicas para melhorar a estabilidade aerodinâmica.

O Diretor de Marketing da CBF, Gilberto Ratto destacou a criação da nova bola e também a tecnologia usada, que permite um entretenimento a mais aos telespectadores.

” Brasileirão Assaí e a Copa Intelbras do Brasil envolvem os torcedores em todo o país. Principalmente, em um momento em que temos que assistir às partidas apenas pela TV, o espetáculo como um todo faz muita diferença. A nova bola Nike Brasil Flight Ball faz parte desse pacote de entretenimento apresentado pela CBF, que pensa em todos os detalhes para valorizar as competições”.

Foto de capa: CBF/Reprodução
João Felix

Diretor Sênior de Equipamentos Globais na Nike, Kieran Ronan também comentou o novo modelo e também o processo de criação. “Tudo o que fazemos no laboratório tem embasamento científico. Aqui é possível identificar diferenças mínimas de desempenho, que talvez não sejam perceptíveis para a maioria dos jogadores. No entanto, quando observamos essas diferenças 68 vezes, o resultado é um salto de desempenho perceptível”.

Confira o processo usado pela Nike na criação e desenvolvimento da bola do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil:

“Durante a desenvolvimento da bola, a equipe da Nike avalia as sugestões e necessidades dos jogadores e divide esse trabalho em três etapas: Examinar, Recriar e Inovar. No caso da Brasil Flight Ball, a etapa de Examinar fez uso de diversos sistemas de rastreamento, com o objetivo de medir o voo da bola após diferentes tipos de chutes que acontecem numa partida. Esse processo ajudou o laboratório a compreender as variáveis que afetam a bola durante o jogo, e permitiu que os engenheiros associassem medidas quantificáveis a jogadores de elite. Na fase de Recriar, o laboratório reproduziu vários tipos de chute que ocorrem no gramado, e usou uma perna robótica para repetir esses lançamentos e quantificá-los. Graças a esse processo, foi possível medir pequenas diferenças de desempenho entre bolas, e coletar um conjunto de testes quantificáveis que permitia estabelecer comparações com a bola inovadora”.

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