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Próximo de acordo com Atlético-MG, Cuca nega que tenha cometido violência sexual em 1987

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O treinador Cuca se pronunciou publicamente pela primeira vez sobre o caso de violência sexual contra uma menor ocorrido em 1987, quando era jogador do Grêmio. O caso ficou conhecido como “Escândalo de Berna”, e ocorreu na Suíça, em uma excursão da equipe gaúcha à Europa.

Naquele ano, Cuca foi acusado de estupro coletivo. Ele e os demais jogadores do Grêmio envolvidos foram condenados a 15 meses, mas nunca cumpriram a pena, pois o Brasil não extradita seus cidadãos e, em 2004, o crime prescreveu.

“Venho neste momento falar de uma coisa que me incomoda muito, porque há 34 anos houve um episódio comigo. Essas coisas aconteceram há 34 anos e hoje elas estão vindo como se tivessem acontecido hoje e eu fosse condenado e culpado. Para resumir: eu não tenho culpa nenhuma de nada, nunca levantei um dedo indevidamente ou inadequadamente para alguma mulher”, disse Cuca em entrevista ao Blog da Marília Ruiz, do “UOL”.

João Felix

“É uma coisa que eu tenho uma lembrança muito vaga, até porque não houve nada. Não houve estrupro. Houve uma condenação por ter uma menor adentrado o quarto. Simplesmente isso. Não houve abuso sexual, não houve tentativa de abuso ou coisa assim. Só que hoje, 34 anos depois, com a força que os movimentos vêm pegando, a gente vê isso e ficamos sentidos”, completou.

Nesta terça-feira (02), o Atlético-MG e Cuca encaminharam acordo para a volta do treinador ao clube. O técnico campeão da Libertadores 2013 ocupará o cargo após sete anos fora, de acordo com o “Globo Esporte”. A acusação de abuso sexual, porém, fez com que torcedores do Galo se manifestassem contra a chegada do treinador.

Foto de capa: Getty Images

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