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Ex-presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu é preso na Espanha por caso “Barçagate”

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A segunda-feira começou agitada na Espanha. A polícia da Catalunha prendeu o ex-presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, por suspeita de envolvimento no caso conhecido como “Barçagate” – uma investigação sobre a contratação de uma empresa pelo clube para supostamente realizar campanhas de difamação nas redes sociais contra jogadores e dirigentes contrários à sua gestão.

A informação foi divulgada pelo portal “Cadena SER”. A busca na sede do clube aconteceu nas primeiras horas do dia. Logo em seguida, os policiais foram à casa do ex-mandatário. Além dele, foram presos Óscar Grau, ex-CEO, Jaume Masferrer, que ocupava o cargo de assessor do presidente na antiga gestão, e Roman Gómez Ponti, responsável pelo departamento jurídico.

Bartomeu, no entanto, não estava mais no cargo de presidente do Barcelona devido à pressão pelas acusações contra sua administração. Com isso, resolveu renunciar ao cargo no dia 27 de outubro de 2020. 

Foto de capa: Getty Images
João Felix

Entenda o caso ‘Barçagate’:

Um relatório da polícia da Catalunha concluiu que há corrupção no Barcelona depois de houve análise dos resultados das investigações nos bastidores do clube em junho de 2020. A empresa I3 Ventures prestou serviços de monitoramento de redes sociais para a equipe blaugrana por 1 milhão de euros, valor que seria “seis vezes superior ao normal”, de acordo com o relatório policial.

Devido à essa contratação, o patrimônio financeiro do Barcelona foi diretamente afetado em benefício próprio de diversas pessoas, fracionando fraudulentamente os contratos e faturas para evitar a supervisão do órgão de controle de contas do clube.

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