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Presidente do Inter se diz preocupado com arbitragem antes de confronto com o Flamengo; Dirigente minimiza polêmica com VAR

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Após a vitória em cima do Vasco por 2 a 0, em São Januário, neste domingo, o presidente do Inter, Alessandro Barcellos, concedeu uma entrevista coletiva e manifestou preocupação com as arbitragens na reta final do Brasileirão.

Na opinião do dirigente,  clube tem sido prejudicado em decisões em campo nos últimos jogos. No entanto, minimizou a polêmica sobre uma possível falha do VAR no lance de impedimento de Rodrigo Dourado, que resultou no primeiro gol do colorado na partida.

“A gente tem o costume de deixar o protagonismo para os atletas, só que essa partida teve elementos extracampo. Quando se tem um pênalti que não existiu, todos viram, reviram, não acharam em nenhum momento, ele (Cano) chuta o chão. O Cuesta ganha o cartão, está fora do próximo jogo. Não sei se está sendo tendenciosa (a arbitragem). A gente tem procurado falar menos, mas chega uma hora que é impossível. Estamos manifestando a nossa preocupação e inconformidade pelo pênalti marcado e o cartão ao Cuesta”, em referência ao lance do pênalti marcado  de Cuesta em cima do Cano, que resultou no cartão amarelo para o zagueiro colorado.

Foto de capa: Reprodução/Internacional
João Felix

Sobre a polêmica do VAR,  Barcellos desabafou: “Todo mundo percebe que o jogador está atrás da linha da bola. Não tem dúvidas, não precisa de linha. É importante que se tenha esse registro. São lances totalmente diferentes. Tem que funcionar tudo. Isso é parte da credibilidade do futebol. Mas neste lance, ela não foi decisiva. Muito claro, na minha opinião. É muito claro que o Dourado não estava em condição de impedimento. É página virada”.

Para exemplificar as ‘punições’ da arbitragem ao Inter, o presidente citou o terceiro cartão amarelo de Patrick no confronto contra o Sport, que o tirou do jogo com o Vasco. No entanto, descartou fazer reclamação formal à CBF, mas disse que não irá aceitar “interferências externas” na disputa pelo título.

“Quando a gente vê um cartão amarelo para o Patrick em uma pretensa simulação, hoje o Vasco em duas vezes simula e não ganha falta, nem cartão. Precisamos falar ao nosso público que não aceitamos esse tipo de arbitragem. É a hora da onça beber água, das duas últimas rodadas. O Inter quer fazer com que o resultado dentro de campo seja justo para quem quer que seja. Não vamos aceitar interferências externas”.

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