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John Laporta, candidato à presidência do Barcelona, sai em defesa de Messi: “Ele gera muito mais do que ganha”

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O candidato à presidência do Barcelona, John Laporta saiu em defesa de Messi após o “El Mundo” divulgar detalhes do seu contrato. Em entrevista ao “RAC1”, o possível mandatário revelou que o argentino não é, em caso algum, culpado pela situação financeira do clube, já que ele contribui com um terço da receita total.

“Leo gera muito mais receita do que o dinheiro que custa. Fizemos um estudo e ele gera um terço da receita total do Barça. Se eu ganhar, vou tentar descobrir quem vazou o documento se ele saiu do clube. Você tem que saber”, disse Laporta.

Caso seja eleito, ele pretende manter o camisa 10 na equipe, já que o jogador dá indícios que deseja permanecer no Barça e, por isso, é necessário fazer todos os esforços. “Vou fazer o meu melhor para manter Messi no Barça. Tenho indícios de que ele está bem em Barcelona, que quer ficar”.

João Felix

Ainda acrescentou: “Messi não é guiado pelo dinheiro. Você tem que procurar uma fórmula imaginativa. Ele não priorizará dinheiro. Estou convencido de que com a questão econômica vai ajudar. Os momentos que Leo nos fez viver não têm preço. É um grande retorno emocional e esportivo. Sem ele, não muito teria sido ganho”. 

Laporta ainda ressaltou que, caso vença as eleições presidenciais, irá investigar o responsável por vazar informações do contrato do jogador. Para ele, as pessoas envolvidas estão dentro do clube, já que têm acesso aos detalhes do acordo confidencial.

Na entrevista, o candidato também falou sobre a vinda de Xavi para o lugar de Koeman, assim como a contratação de Eric García. Sobre o treinador, ele disse que neerlandês tem sua confiança, mas não fecha a porta para o ídolo do Barça, porém não vê necessidade de sondá-lo no momento, já que o atual comandante está apresentando resultados.

“O clube exige experiência. Temos que respeitar Koeman, que tem um contrato em vigor e teve intervenções impecáveis. Tem margem de resultados e jogo. Tenho todos os bens do Barcelona, ​​mas não tenho compromisso com ninguém (contratação de Xavi). Devemos ter nossas mãos livres”. 

Com relação ao jogador, Laporta desabafa: “Por coerência econômica, esportiva e jurídica, fica claro que essa assinatura não pode ser feita neste momento de desgoverno. É completamente absurdo, sem sentido e inconsciente pagar 10 milhões de euros por um jogador que vem de graça no final da temporada”.

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