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Atlético-MG regulariza sua situação e deixa lista de devedores da União

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Afundado em dívidas com a União, como a maioria dos times de futebol brasileiro, o Atlético-MG deu um grande passo para acertar seu caixa. Através de um acordo recente, o Galo conseguiu parcelar cerca de R$ 42 milhões de débito, saindo da lista dos CNPJ negativados na Dívida Ativa da União e também do FGTS

Por meio de um acordo recente devido à Lei do Contribuinte Legal, sancionada em abril, que permite que empresas e cidadãos quitem seus débitos através de parcelamentos, o Atlético-MG conseguiu uma folga e prazos para o pagamento de suas dívidas. Além da Lei, o Galo se fez valer da adesão de 2015 ao Profut (Programa de Modernização do Futebol), e conseguiu colocar em dívida equacionada mais de R$ 333,4 milhões vinculados à dívidas previdenciárias, não previdenciárias e FGTS.

João Felix

Algumas dívidas eram da década de 1980, mas com a adesão ao Profut, o Galo conseguiu usar a venda de Bernard, que estava penhorada pela Justiça, para quitar esses débitos históricos.

O advogado do clube mineiro, Lásaro da Cunha entrou contato com o site “Globo Esporte”, e confirmou que hoje o Galo não é mais alvo de possíveis execuções fiscais da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Ao portal “Fala Galo”, Cunha conta que o Atlético tem uma despesa mensal de R$ 3,5 milhões apenas com dívidas tributárias.

O que o Atlético-MG fez para conseguir esse parcelamento? Nos últimos meses o clube abriu mão de tentar negocias as dividas, aceitou e concordou com os débitos, para que os mesmos fossem até a última esfera da PGNU, entrando em fase de cobrança, e assim conseguiu o parcelamento. OS R$ 42 milhões parcelados foram distribuídos da seguinte forma: R$ 35 milhões em 145 meses com 30% de desconto, além de R$ 7 milhões parceladas em 60 meses com 48,95% de desconto.

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