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São Paulo se protege de assédio a garotos da base com contratos longos e multas que chegam a R$ 1,5 bilhão

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O bom momento vivido pelo São Paulo, principalmente com a conquista da liderança do Campeonato Brasileiro recentemente, conta com participação decisiva de um grupo de jogadores que se formaram no CT de Cotia e que se tornaram titulares com Fernando Diniz. As informações foram divulgadas pelo “GloboEsporte”.

Nomes como Brenner, Gabriel Sara, Igor Gomes e Luan, além de Diego Costa, que foi titular na maior parte do torneio, mas agora é reserva, viraram personagens importantes da campanha do Tricolor e ganharam espaço na vitrine do futebol. O clube, porém, sente-se protegido do assédio devido às estratégias adotadas.

A diretoria do São Paulo definiu contrato longos com as joias da base e também multas rescisórias capazes de assustar os times do exterior, que, juntas, chegam a R$ 1,5 bilhão. O valor da cláusula, no entanto, é padronizado para jogadores da base que sobem ao profissional: 50 milhões de euros, o equivalente, hoje, a R$ 311 milhões.

Foto de capa: Rubens Chiri /saopaulofc.net
João Felix

Dos cinco, Brenner, o artilheiro da equipe, é o que tem contrato mais curto: até 12 de setembro de 2022. Diego Costa e Luan têm vínculo até o fim de 2022, enquanto Igor Gomes e Gabriel Sara possuem contrato até março e abril de 2023, respectivamente.

Outra estratégia favorável do São Paulo é com relação aos direitos econômicos. Atualmente, a equipe paulista mantém 100% dos direitos econômicos desses atletas, com exceção de Diego Costa (80%), segundo o balanço financeiro mais recente, o de 2019. Isso inibe a pressão de agentes e intermediários.

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