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Quatro anos: veja como estão os sobreviventes do acidente da Chapecoense

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O dia 28 de novembro marca um dos episódios mais tristes da história do futebol brasileiro. Se completam neste sábado (28) quatro anos do acidente que matou grande parte da delegação da Chapecoense. A equipe estava viajando para a Colômbia, local onde disputaria a final inédita da Copa Sul-Americana. 

Foram 71 óbitos ao todo. 20 eram jornalistas, nove dirigentes, dois convidados, quatorze da comissão técnica, sete tripulantes e dezenove jogadores. Seis foram resgatados com vida. No entanto, apenas cinco estão vivos hoje em dia, visto que o jornalista Rafael Henzel veio a óbito em 2019. 

Quatro anos depois, os sobreviventes tentam deixar o passado para trás em busca de seguir suas vidas de maneira positiva. Confira abaixo o que cada um deles faz atualmente. 

João Felix

Alan Ruschel

Alan ainda segue a carreira de jogador profissional. O lateral-esquerdo foi o único que conseguiu retornar ao futebol. Em 2019, chegou a ser transferido pela Chapecoense para o Goiás, mas retornou ao time catarinense em 2020. Atualmente, Alan é titular e capitão da Chape, líder da Série B do Brasileirão.

Jackson Follmann

O goleiro serviu de símbolo de recuperação por ter parte de sua perna direita amputada, o que impediu a continuidade em sua carreira. Follmann virou embaixador da Chape. Fora do futebol, brilhou como cantor e venceu o programa “Popstar” da Rede Globo em 2019. Em 2020, investiu na música e lançou um álbum.

Neto

Último sobrevivente resgatado, o zagueiro tentou voltar aos gramados após muitos procedimentos, no entanto, dores corriqueiras no joelho e coluna o forçaram a se aposentar em 2019, aos 34 anos.

Ximena Suarez (comissária de bordo)

Ximena foi a única sobrevivente mulher do voo. A boliviana se recuperou de lesões no pé para voltar a trabalhar, mas também teve que enfrentar a depressão. Em 2017, um convite para trabalhar de modelo a ajudou na recuperação da autoestima. No mesmo ano, lançou um livro que conta os bastidores do acidente. Em 2019, voltou a fazer treinamentos de comissária e, atualmente, com 31 anos, exerce sua profissão normalmente.

Erwin Tumiri (técnico de aeronave)

Erwin foi o primeiro a ter alta e voltar para casa após o acidente. Atualmente ele é piloto particular na Bolívia. Tumuri é o mais reservado entre os sobreviventes.

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