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Felipão faz críticas à arbitragem após primeira derrota no Cruzeiro: “Vamos mostrar para a CBF”

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Demorou, mas Felipão perdeu sua primeira partida no Cruzeiro. O tropeço na sexta-feira (27), no Mineirão, contra o Confiança, colocou um fim na sequência de nove jogos sem derrotas da Raposa. Após a partida, Felipão fez árduas críticas à arbitragem. 

O treinador reclamou de uma falta em Manoel, no lance que deu início a uma sequência de escanteios do Confiança. Ao todo, foram quatro escanteios consecutivos, no último, o primeiro gol do Confiança aconteceu.

“Se a gente olhar detidamente o lance do primeiro gol, vocês vão ver que o Manoel foi empurrado, tropeçou… vocês têm na televisão. Vamos mostrar para a CBF, ou vamos ficar aí ouvindo, perdendo alguns jogos, porque está um pouco mais difícil do que a gente imaginava”, disse. 

João Felix

O treinador também questionou o pênalti assinalado com um toque de mão de Cáceres ter sido marcado pelo auxiliar, que estava distante do lance. Scolari citou o exemplo de um lance na última rodada, contra a Chapecoense, em que o árbitro marcou a infração, mas voltou atrás após ouvir o auxiliar. 

“Vai jogar um time de Sergipe e vem gente do Pará apitar? O pênalti poderia ser dado pelo árbitro, que estava a cinco metros do lance. Ele mandou seguir a jogada, e a menina que estava aqui fora, a 20 metros, deu o pênalti. No jogo passado, em Chapecó, o árbitro, que estava a cinco metros, deu o pênalti, mas o bandeira, a 20 metros, não deu. É uma coisa estranha para entender. Fica difícil entender os critérios da CBF”, comentou.

Imagem: Bruno Haddad/Cruzeiro

Apesar das críticas aos árbitros, Felipão fez questão de valorizar a partida do Confiança. “Os árbitros, às vezes, veem de uma forma, e nós interpretamos de outra. Quem tem que mostrar isso ao público e à CBF são nossos dirigentes, que tendo tudo pronto e documentado, apresentam para que a gente saiba quem vai apitar daqui uma semana, um mês, dois meses, cinco meses, um ano. A gente saiba bem como se comportam as arbitragens. Eles ganharam porque fizeram os gols, e nós fizemos. Se foram lances que nós achamos que foram ou não (justos), não interessa, porque eles fizeram os gols”, completou.

Imagem de capa: Viviane Moreira/Futura Press

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