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Germán Cano comenta o futebol apresentado por Internacional, Athletico-PR e Flamengo

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O atacante Germán Cano vive um bom ano no Vasco e é o artilheiro do time com 19 gols na temporada. Por conta desse sucesso, o argentino foi o escolhido do ”Diário Olé” para falar sobre as equipes brasileiras que enfrentam as argentinas nas oitavas da Copa Libertadores.

Com relação ao futebol brasileiro de modo geral, ele faz uma crítica: ”Cada equipe tem sua maneira de jogar, mas tem alguns denominadores comuns. Aqui, se fazem um gol, é quase impossível empatar ou virar a partida. Os times ficam atrás e você se dá mal. O jogo bonito acabou. Nos primeiros 15, 20 minutos, eles ‘te comem’ na pressão. Com sorte, você chega uma vez e faz um gol”.

Sobre o Flamengo, rival do Racing, ele afirma: “O Flamengo é o campeão da América, mas está em um momento de transição, de muitas mudanças. O Jorge Jesus foi embora, e com o Domènec Torrent o time não conseguiu se firmar, ainda que continue ganhando. Não é um time tão sólido como no ano passado. Nós perdemos para eles por 2 a 1, mas o VAR anulou um gol incrível meu. Fizemos frente (…) Depois de levarem 4 a 0 do Atlético Mineiro, contrataram Rogério Ceni. Ainda assim, jogam em outro nível, são de outra categoria. Gabigol ficou muito tempo com o tornozelo machucado e foi bem substituído pelo Pedro“.

João Felix

O rival do Boca Juniors é o Internacional. O diferenciou a equipe colorada antes e depois da troca de treinadores: “Perdemos de 2 a 0 para o Inter. Com o Chacho (Coudet) era um time muito vertical e dinâmico. Também gostavam de sair jogando de sua própria área. O Coudet ficava em cima, como um rádio, mandando o time para a frente o tempo todo. Depois de sua saída, chegou Abel Braga, que eu conheci nos primeiros meses de Vasco. Ele perdeu as quatro partidas“.

Já o Athletico Paranaense, que enfrenta o River Plate, foi descrito da seguinte forma: ”Ganhamos do Athletico Paranaense por 1 a 0. Quando vieram ao Rio, sempre tentaram jogar, sair do campo de defesa. Jogam muito bem do meio para a frente. E têm muita mobilidade. Geram situações, são dinâmicos”.

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