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No século XXI, Fla trocou de técnico 45 vezes; Vasco vem em seguida com 43

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A troca intensa de treinadores é um problema grave do futebol brasileiro. Mudar o comando técnico de uma equipe, eventualmente, pode ser fundamental para a conquista de um campeonato ou a fuga de um rebaixamento. Mas essa prática é feita de forma excessiva em solo nacional. Confira quantas trocas cada clube fez no século XXI (somente os 12 mais tradicionais):

  • Flamengo: 45 vezes
  • Vasco: 43 vezes
  • Fluminense: 39 vezes
  • Atlético-MG: 38 vezes
  • Botafogo: 37 vezes
  • Internacional: 35 vezes
  • Palmeiras e Cruzeiro: 31 vezes
  • Corinthians: 29 vezes
  • Santos: 28 vezes
  • São Paulo: 26 vezes
  • Grêmio: 24 vezes
Apuração feita pelo Diário Lance
 
Recentemente, Jürgen Klopp, atual treinador do Liverpool, deu uma entrevista criticando a postura dos clubes brasileiros: ”A maneira como os clubes brasileiros estão agindo é definitivamente errada. Os treinadores passam uma semana, um mês, ou dois ou três, na esperança de fazerem maravilhas. Não é possível”.
 
As trocas mais recentes foram as de Dome por Rogério Ceni, no Flamengo, e Coudet por Abel, no Inter (o treinador escolheu sair nesse caso).
João Felix

O treinador que conseguiu ficar mais tempo no cargo é o que permanece até hoje no Grêmio, Renato Gaúcho. O comandante gremista chegou ao clube em 18 de setembro de 2016, há quatro anos e dois meses. Lá conquistou a Copa do Brasil de 2016, a Copa Libertadores de 2017, a Recopa Sul-Americana de 2018, a Recopa Gaúcha de 2019 e os últimos três Campeonatos Gaúchos (2018, 2019 e 2020).

A passagem mais curta é a do saudoso Mário Sérgio no Botafogo. Em 2007, o treinador ficou apenas nove dias no Alvinegro. Foram três jogos e três derrotas no clube. O ídolo do futebol brasileiro faleceu em 2016, no acidente sofrido pela delegação da Chapecoense e pela equipe de transmissão da ”Fox Sports”.

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