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Oito anos do 365Scores: Kaká e Juninho Pernambucano protagonizam o segundo duelo da semifinal. Vote agora!

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Seguimos na busca pelo melhor 8 da história e o segundo confronto da semifinal já foi definido. Com 80% dos votos, Juninho derrotou Dunga na disputa e se classificou para a próxima fase. Já Kaká, bateu Gérson com 76% e também avançou. O vencedor enfrenta Andrés Iniesta na grande final.

Ambos são jogadores incontestáveis e têm uma característica em comum, foram ídolos em diferentes praças. Kaká é ídolo no Milan e um notável jogador no São Paulo. Juninho, por outro lado, é rei em Lyon e em São Januário. Mas entre eles, qual foi o melhor? Confira nossa retrospectiva e dê sua opinião! (Para votar, basta clicar na imagem abaixo que abrirá o Instagram do 365Scores)

João Felix

Juninho

Foto: Divulgação

Juninho chegou ao Vasco em 1995 e jogou pelo time de São Januário até 2001, passando por toda a época gloriosa do clube no fim dos anos 90. Por sua participação decisiva na conquista da Copa Libertadores de 1998, ganhou a música ”Gol do Juninho”, cantada pela torcida em praticamente todos os jogos. Em 2011, voltou para defender o Cruzmaltino. O meia se aposentou em 2013.

Mas é no Lyon onde é mais ídolo. O clube francês não fazia muito sucesso no país até sua chegada, em 2001. Depois de sete temporadas na França, deixou um legado de sete títulos do Campeonato Francês, uma Copa da França, além de seis Supercopas da França. Um dos motivos por sua imensa idolatria é o fato do Lyon jamais ter conquistado e francês até sua chegada e jamais ter conquistado a competição após sua saída. Juninho foi o símbolo e principal líder da era fantástica do clube francês. Pela Seleção, conquistou a Copa das Confederações de 2005 e disputou a Copa do Mundo de 2006.

Kaká

Foto: Reprodução/Instagram

Kaká é outro que dispensa apresentações. O meia é ídolo de São Paulo e Milan, dois gigantes clubes no cenário esportivo mundial. Depois de um início estrondoso no Tricolor, em 2001, foi convocado para a defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. Apesar de não ter atuado, se sagrou campeão na última grande conquista da Seleção.

Chegou ao Milan em 2003, logo após mais um título da Liga dos Campeões conquistado pelos italianos. Depois de seis anos e 270 jogos pelo clube, conquistou um Campeonato Italiano, uma Liga dos Campeões e um Mundial de Clubes. Além disso, também ganhou o prêmio de melhor jogador do mundo em 2007. Enquanto isso, estava desempenhando um papel importante na Seleção. Em 2005, conquistou a Copa das Confederações como grande parceiro de Ronaldinho Gaúcho. Em 2009, foi campeão da mesma competição, mas como protagonista máximo da equipe.

No mesmo ano, se transferiu para o Real Madrid, mas não foi tão feliz na capital espanhola. Em quatro temporadas, ficou muitas vezes no banco e conquistou um Campeonato Espanhol e uma Copa do Rei. O meia ainda teve uma rápida passagem pelo Milan, antes de voltar ao São Paulo em 2014 para comandar o time na disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, que acabou não indo para o Morumbi. Passou os últimos três anos de sua carreira no Orlando City, até se aposentar em 2017.

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