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Oito anos 365Scores: Gerson ou Kaká? Quem foi o melhor camisa 8? Vote!

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No dia 15 de novembro, o aplicativo 365Scores completa mais um ano de vida. Ao todo, são oito anos levando informação rápida e confiável a você, querido (a) usuário (a). Em forma de comemoração, nossa equipe reuniu alguns ‘camisa 8’ da história do futebol e precisa da sua ajuda para definir qual é o melhor!

A disputa de hoje é entre Gérson e Kaká. Os dois foram grandes futebolistas. O ”Canhotinha de Ouro” foi ”rei” no futebol carioca e craque na Seleção. Já o menino do Morumbi, conquistou a idolatria em diferentes grandes equipes. Mas entre eles, qual foi o melhor? Confira nossa retrospectiva e dê sua opinião! (Para votar, basta clicar na imagem abaixo que abrirá o Instagram do 365Scores).

João Felix

Gérson

Foto: Reprodução

Gerson surgiu no Flamengo em 1959 e jogou pelo rubro-negro até 1963. Suas boas atuações o fizeram ser convocado pela seleção brasileira, em 1961, e também o levaram para o time ‘sensação’ da época, o Botafogo. No Alvinegro, marcou uma era. Ficou até 1969 e conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro do clube, em 1968.

Paralelo a isso, atuava na Seleção, onde foi protagonista no título da Copa do Mundo de 1970. Na Amarelinha, jogou até 1972. Terminou sua carreira jogando por São Paulo e Fluminense, conseguindo conquistar dois Campeonatos Paulistas e um Campeonato Carioca, que tinham grande relevância na época.

Kaká

Foto: Reprodução/Instagram

Kaká é outro que dispensa apresentações. O meia é ídolo de São Paulo e Milan, dois gigantes clubes no cenário esportivo mundial. Depois de um início estrondoso no Tricolor, em 2001, foi convocado para a defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. Apesar de não ter atuado, se sagrou campeão na última grande conquista da Seleção.

Chegou ao Milan em 2003, logo após mais um título da Liga dos Campeões conquistado pelos italianos. Depois de seis anos e 270 jogos pelo clube, conquistou um Campeonato Italiano, uma Liga dos Campeões e um Mundial de Clubes. Enquanto isso, estava desempenhando um papel importante na Seleção. Em 2005, conquistou a Copa das Confederações como grande parceiro de Ronaldinho Gaúcho. Em 2009, foi campeão da mesma competição, mas como protagonista máximo da equipe.

No mesmo ano, se transferiu para o Real Madrid, mas não foi tão feliz na capital espanhola. Em quatro temporadas, ficou muitas vezes no banco e conquistou um Campeonato Espanhol e uma Copa do Rei. O meia ainda teve uma rápida passagem pelo Milan, antes de voltar ao São Paulo em 2014 para comandar o time na disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, que acabou não indo para o Morumbi. Passou os últimos três anos de sua carreira no Orlando City, até se aposentar em 2017.

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