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Diretoria do Palmeiras mira nomes para o lugar de Luxemburgo; Abel Braga é um dos possíveis substitutos

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Após demitir Vanderlei Luxemburgo na quarta-feira, a diretoria do Palmeiras já começou a traçar um perfil de técnico para substituí-lo. O objetivo é não errar na escolha e nomes como Miguel Ángel Ramírez, Gabriel Heinze, Abel Braga e Dorival Jr. são comentados.

A ideia do presidente Mauricio Galiotte é alguém que já tenha um currículo de peso e, por isso, a aposta em treinadores que ainda estão buscando espaço no meio do futebol está descartada. Galiotte também não tem rejeição com treinador estrangeiro, mas fica receoso com possíveis métodos diferentes do que o elenco está acostumado.

Miguel Ángel Ramírez, do Independiente Del Valle, chegou a ser especulado no fim do ano passado após a saída de Mano Menezes, mas a diretoria do Palmeiras não abriu negociações com o treinador. Gabriel Heinze, que trabalhou no Vélez Sarsfield de 2017 até março deste ano, é um dos nomes preferidos da torcida nas redes sociais.

João Felix

O argentino está sem clube atualmente e apenas foi sondado. No entanto, o que facilita a contratação é que está desempregado. Já Abel Braga é o mais conhecido dos três e se encaixa perfeitamente no estilo de Galiotte: experiente. Dorival Jr. também é outro nome falado nas redes sociais, mas que não agrada a torcida palmeirense. Tiago Nunes também aparece entre os cotados para o cargo, mas com menos força.

Durante entrevista coletiva, Galiotte comentou sobre a contratação de um novo treinador e disse que seguirá em busca do DNA do Palmeiras e de um nome que apresente a filosofia que o clube busca.

“No final do ano passado, eu comentei que o Palmeiras ia atrás de uma filosofia de jogo com DNA palmeirense. Passamos neste ano por várias mudanças, um período de transição importante, uma reconstrução do elenco está em andamento. Vamos continuar com nosso pensamento de encontrar a filosofia ideal. Precisamos encontrar o DNA do Palmeiras, encontrar um treinador que possa apresentar a filosofia que buscamos”.

“A prioridade não é nacionalidade. Vamos nos basear em cima do modelo ideal. É o mesmo discurso do final de 2019. Não conseguimos fazer até o momento porque o Palmeiras precisava passar por uma reformulação e fizemos. Se será brasileiro ou estrangeiro, não é isso que vai definir, é o conceito do jogo. O Plameiras já há algum tempo não faz isso, não só na minha gestão. Pensar no modelo de jogo é o que tem que ser feito e vamos buscar exatamente isso na nova contratação”, acrescentou o presidente.

E completou: “Existem profissionais nacionais e estrangeiros de extrema competência. Não podemos simplesmente definir que estrangeiros são melhores ou piores. Há um espaço muito grande pra todos os profissionais. Você pode pegar no mercado inglês quantos treinadores de fora estão lá, não precisa ser diferente no Brasil. Todos precisamos entender que tem espaço aqui. Precisamos que os profissionais se atualizem, se preparem, estudem, pois é a exigência do futebol hoje”.

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