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Ricardo Oliveira detona diretoria do Atlético-MG após saída pela porta dos fundos

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Ricardo Oliveira resolveu abrir o jogo sobre sua recente rescisão com o Atlético-MG. O veterano atacante se demonstrou bastante desapontado pela forma como foi conduzida a sua saída. Ao “Seleção SporTV” ele disse o seguinte:

“Quando você está fora dos planos, isso faz parte do futebol, mas tem a forma como fui tratado. A gente tem um diretor de futebol, um presidente, que poderiam ter ligado para mim diretamente. Não sou um menino, tenho 20 anos de carreira profissional [completou nessa quinta] e por onde eu passei fui muito profissional. Não recebi nenhuma ligação do diretor de futebol, do presidente, para falar que não contavam comigo. Fizeram contato com o meu advogado dizendo que eu não estava nos planos do treinador e que buscariam uma saída”

Foto: Getty
João Felix

“Até aí, tudo bem. Mas me proibir de treinar, isso foi o que mais me chateou. Não dei motivo nenhum para me excluírem assim. Não usar as instalações do clube para treinar, o que meu contrato dá direito de ter profissional do clube em treino físico, mesmo que fosse em horário diferente dos meus companheiros. Não teria problema nenhum. Não tive nenhum profisisonal do clube, muito menos dignidade do diretor de futebol e até mesmo do presidente de me ligar, de homem para homem, para dizer que não contavam comigo e que buscariam a melhor saída para mim e para o clube”, finalizou.

Procurado pelo “SuperFC”, o Departamento de Futebol do Atlético Mineiro respondeu da seguinte forma: “Tudo foi comunicado ao representante e ao advogado dele. Um deles, inclusive, disse que não precisava incomodar o atleta porque estava na fazenda e que eles mesmos [representantes] comunicariam”.

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