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CBF não aceitará retornar o público se não for para todos os estados

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Nesta sexta-feira, o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, afirmou que a posição da CBF é de manter a isonomia da competição, isto é, não aceitar retornar o público apenas em um estado sem que o outro esteja também permitido.

“Posição dos clubes majoritária é a seguinte: primeiro, a isonomia é inquestionável. Segundo, ver o melhor prazo e quantidade (de público) de acordo com decisão das autoridades estaduais e municipais. A posição fora aquela expressa pelo Flamengo, dos 19 clubes, é que só pode haver presença de público se for isonômico. Se os nove estados e 11 municípios tiverem autorização similar”, disse.

Foto: Getty
João Felix

O secretário afirmou que na reunião realizada entre os 20 clubes da Série A, na última quinta-feira, teve uma posição do Flamengo contrária a de todos os outros:

“É uma proposta equivocada (a do Flamengo). Está muito claro para a CBF que o campeonato tem que manter o equilíbrio. Nós sabemos que a presença de público, uns tendo e outros não, produz um desequilíbrio inaceitável”.

Sendo assim, mesmo com o Rio de Janeiro permitindo o público a partir de outubro, é provável que isto não ocorra, já que diversos outros estados não tomarão a mesma medida. Feldman apontou a possibilidade de o torcedor frequentar os estádios a partir do segundo turno, que inicia no dia 7 de novembro:

“Eu diria que é a proposta mais sólida, porque ela ajudaria inclusive na manutenção do equilíbrio técnico”.

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