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Fruto de investimento: Chelsea aproveita valor de jogadores pouco utilizados para gerar renda

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O Chelsea surpreendeu na janela de transferências. Enquanto a maioria dos clubes estavam com suas finanças limitadas por conta da pandemia de coronavírus, os londrinos tinham dinheiro de sobra, visto que estiveram punidos nos dois períodos anteriores de transferências por não cumprirem com as regras do Fair Play Financeiro. No entanto, de onde veio tanto dinheiro? Boa parte foi fruto de vendas de atletas pouco utilizados.

É sabido que o Chelsea é um dos clubes com mais jogadores emprestados ao redor do mundo. Atualmente são 11 nomes, mas no início de 2020, eram 28. Tendo em vista a necessidade de arrecadar fundos, o clube se desfez de boa parte desses atletas, e conseguiu a quantia de 140 milhões de libras (R$ 986 milhões) com a venda de alguns deles ao longo dos anos.

Ao todo, foram 21 jogadores vendidos. São eles: Nathan Ake (20 milhões), Juan Cuadrado (17), Mario Pasalic (13,5), Asmir Begovic (10), Ola Aina (9), Cesc Fabregas (8,9), Bertrand Traoré (8,8), Tomas Kalas (8), Michael Hector (8), Christian Atsu (6,2), Nathaniel Chalobah (5), Victorien Angban (5), Kenneth Omeuro (4,5), Jeremie Boga (3,5), Kasey Palmer (3,5), Dominic Solanke (3), Daishawn Redan (3), Jonathan Panzo (2,5), Nathan (2,5), Mukhtar Ali (500 mil), Charlie Colkett (valor não divulgado).

João Felix

A quantia serviu de ajuda para o Chelsea contratar grandes nomes como Timo Werner, Hakim Ziyech, Ben Chilwell e Kai Havertz, sendo esta a contratação mais cara da história do time. Além deles, os zagueiros Malang Sarr (já emprestado) e Thiago Silva chegaram de graça. O Chelsea estreia no Campeonato Inglês na próxima segunda (14), contra o Brighton.  

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