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Em primeira aparição como treinador, Pirlo fala de CR7, entusiasmo, permanência de Dybala e saída de Higuaín

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Anunciado durante as férias pela Juventus, Andrea Pirlo falou pela primeira vez como novo treinador da atual campeã italiana. Em entrevista coletiva que deu início aos preparativos da próxima temporada, o ex-jogador e ídolo da Vecchia Signora atualizou a mídia sobre algumas pendências. Os destaques ficaram por conta da permanência de Paulo Dybala e a saída confirmada de Gonzalo Higuaín.

“Eu sou o treinador, é normal que queira alguns tipos de jogadores, estou conversando com o clube, mas não posso dizer para vocês. Falei com Higuaín, eu o admiro muito, ele fez um ciclo prevalecente aqui, mas decidimos que temos que se separar. Khedira está machucado, então veremos quando ela melhorar”, comentou Pirlo.

“Tivemos uma conversa com o Ronaldo há uns dias antes de começar, depois conversamos ontem com os outros, sobre o presente e o passado. Teremos tempo para conversar sobre os aspectos técnicos. Dybala nunca esteve no mercado, faz parte do projeto, é tão importante para mim quanto todos os outros. A coexistência deles? Jogadores de qualidade podem jogar juntos, desde que haja sacrifício da parte de todos. Quanto mais jogadores de qualidade houver, maiores serão as chances de vitória”, disse.

João Felix

Pirlo ainda comentou sobre a mudança que aconteceu tão rápido em sua vida. Isso porque ele seria o treinador da categoria Sub-23, mas acabou sendo promovido ao time principal antes mesmo de estrear com os garotos. “Foi tudo muito rápido, entrei de cabeça, mas se fiz essa escolha é porque estou convencido de que estou no lugar certo na hora certa. Se estou ou não predestinado, dependerá dos resultados. Estou muito convencido das minhas possibilidades”.

O treinador ainda fez uma breve comparação com a época em que estava dentro das quatro linhas. “Temos muitos campeões no elenco, mas nenhum com minhas características. Serão explorado por suas peculiaridades. Arthur é um bom jogador, temos visto e admirado ele no Barcelona nos últimos anos e com o Brasil, ele pode jogar centralizado. Na fase de construção, ele pode preencher mais funções, como todos os jogadores de qualidade”, acrescentou.

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