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Estudo revela situação dramática de gigantes brasileiros

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Na última terça-feira, o Banco Itaú BBA divulgou seu relatório anual sobre as finanças dos clubes brasileiros. As análises sobre as finanças de alguns clubes preocupam, com termos como “desastre à vista”, “dramático”, “tempestade à vista” como plano de fundo dos números de gigantes do nosso futebol.

Corinthians

Segundo o texto publicado, o ano financeiro do clube em 2019 foi “desastroso”, com expectativa de que 2020 seja igualmente complicado, além do alerta sobre o esforço “brutal” para que se alcance o reequilíbrio. “Este é um roteiro típico daqueles filmes de catástrofe: tudo está bem quando tudo está bem. Daí, no ano em que não há vendas relevantes de atletas, pronto, a situação desanda”, disse o relatório do banco.

Botafogo

O alvinegro carioca foi classificado como em uma situação “dramática” pelo estudo. O relatório ainda diz que o clube precisa de uma “revolução” para sobreviver ao ano de 2020. “Se a situação já era difícil em condições normais de temperatura e pressão, afetado pela pandemia o clube terá pouco mais que as receitas de TV para atravessar este ano. Considerando os adiantamentos e dívidas que consomem as receitas, dá para perceber que sobra pouco para realizar algo minimamente competitivo” analisou.

Foto: Itaú BBVA
Foto: Itaú BBVA
João Felix

Fluminense

O banco classificou o tricolor das Laranjeiras como “em um processo de enxugar gelo”. “Por mais que faça ajustes e cortes de custos, enfrenta uma condição de endividamento tão alto que o atual porte de receitas é incapaz de dar conta sozinho de servir a dívida”, continuou. Ainda segundo os especialistas, o clube precisa reduzir ainda mais os custos operacionais e correr o risco de enfraquecer o elenco, e ter perdas esportivas, caso queira ter chances de se salvar.

Cruzeiro

Talvez a pior análise é a da raposa mineira. O estudo aponta a situação do Cruzeiro como “insustentável”. “A corda estourou e o abismo é fundo. Temos que analisar mais a chance de recuperação que o que levou o clube a este momento, até porque muito já se falou. A verdade é que jogando a Série B e com muitas receitas comprometidas e sem torcida, o retorno imediato à Série A deixa de ser óbvio”. 

Vasco da Gama

Sobre o “Gigante da Colina” o estudo também não se mostra simpático quanto ao futuro. A análise classifica como “as chances estão diminuindo” para falar das hipóteses de o clube se recuperar a curto prazo, por conta das altas dívidas e a incapacidade dos dirigentes de aumentar as receitas de forma significativa. “Está na hora de uma transformação mais profunda das estruturas do Vasco. E 2020 pode até ajudar nesse sentido, se conseguir vender atletas, cortar custos aproveitando o tema da pandemia e se reorganizar”, sentenciou.

Foto: Itaú BBVA
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