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Fluminense alega “contratos de gestão” para justificar escolha pelo Maracanã para a final da Taça Rio contra o Flamengo

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O Fluminense emitiu uma nota justificando a escolha pelo Maracanã como palco da final da Taça Rio contra o Flamengo, na próxima quarta-feira. O Tricolor alega “contratos de gestão do estádio” como o principal motivo, destacando que o clube precisa cumprir um número mínimo de jogos.

Durante os jogos do Carioca, após a paralisação, o time de Laranjeiras havia optado por mandar seus jogos no Nilton Santos, ressaltando que não se sentiria à vontade em disputar as partidas ao lado de um hospital de campanha.

(…) Seguimos contrários à realização de jogos ao lado de um hospital de campanha. O erro original foi sermos obrigados a voltar a disputar o campeonato, mas temos por princípio o cumprimento de nossos contratos e em nenhum momento, durante toda essa crise, deixamos de observar nossas obrigações”, diz um trecho da nota, salientando que segue com o mesmo pensamento.

João Felix

O Fluminense venceu o sorteio realizado pela Ferj na manhã desta segunda-feira e será o mandante da partida. A decisão, no entanto, não haverá vantagem de pontos para nenhum dos times. Em caso de empate, a partida será definida nos pênaltis.

Leia na íntegra a nota oficial emitida pelo clube:

“O Fluminense mandará o seu jogo da final da Taça Rio contra o Flamengo no Maracanã. A decisão foi tomada para cumprir contratos de gestão do estádio, já que, pelo termo de permissão de uso assinado com o Governo do Estado, temos obrigação de jogar um mínimo de jogos ao longo da vigência do contrato e das competições vigentes. O FFC mandou seus jogos em outro estádio até o limite possível, para que não descumprisse obrigações contratuais. Esclarecemos ainda que, em entrevista do presidente Mário Bittencourt ao programa Troca de Passes, do SporTV, realizada no dia 18/06, já havia deixado claro que o clube teria que voltar a jogar no Maracanã por conta dessas obrigações. O clube informa ainda que realizará ações até o dia do jogo, como a venda de ingressos virtuais, e destinará a arrecadação para doação de cestas básicas para comunidades do Rio de Janeiro. Seguimos contrários à realização de jogos ao lado de um hospital de campanha. O erro original foi sermos obrigados a voltar a disputar o campeonato, mas temos por princípio o cumprimento de nossos contratos e em nenhum momento, durante toda essa crise, deixamos de observar nossas obrigações”.

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