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STJD aguarda última mediação no caso de Bota e Flu contra a Ferj

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Em um dos capítulos recentes da briga contra a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Botafogo e Fluminense entraram com uma ação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com o objetivo de não cumprir a tabela imposta pela federação. Com o decreto assinado pelo prefeito Marcelo Crivella, proibindo competições com portões fechados até o dia 25, a mediadora da ação, a advogada Juliana Loss, ganhou mais tempo para que as partes se acertem sem a necessidade de o caso chegar sem solução ao presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho.

“O acordo ainda não aconteceu. Se não houver hipótese para esse entendimento, vou mandar termo ao presidente finalizando a mediação”, disse Juliana, que acredita na boa vontade dos clubes e da Ferj, principalmente depois da intervenção da Prefeitura. “O impacto do decreto deu certo respiro. De alguma forma, eles têm mais tempo para que eventualmente possam chegar a um denominador comum. Todos querem a mesma coisa, então o ideal é um acordo independentemente da data.”

Presidentes de Bota e Flu, Nelson Mufarrej e Mário Bittencourt batem de frente com a Ferj

Depois de um Arbitral no início da última semana, a Ferj marcou os jogos de Botafogo e Fluminense para o dia 22, mas as diretorias de ambos disseram que não entrariam em campo. O decreto da Prefeitura fez com que a Federação adiasse os quatro jogos restantes da quarta rodada da Taça Rio para os dias 26 e 27, ainda que não tenha informado a divisão das partidas.

Os clubes, no entanto, se recusam a voltar a jogar em junho. Ambos querem que as partidas sejam realizadas nos dias 1º e 4 de julho – o Bota enfrenta Cabofriense e Portuguesa, e o Flu, Volta Redonda e Macaé –, sem punições administrativas da Federação. Antes de ir ao STJD, eles tiveram ação indeferida no Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ). Em caso de nova derrota nos tribunais, Botafogo e Fluminense não descartam recorrer à Justiça comum.

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