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Ativista que denunciou Neymar por homofobia é ameaçado; Ministério Público de São Paulo irá apurar o caso

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O ativista LGBTI+ Agripino Magalhães vem sendo alvo de ameaças de morte após denunciar Neymar por homofobia. O Ministério Público de São Paulo informou nesta segunda-feira que irá apurar o caso.

A acusação contra o craque foi devido ao áudio vazado  sobre Tiago Ramos, até então namorado da mãe de Neymar. Durante a conversa, o jogador e os “parças” sugeriram que o modelo fosse torturado com cabo de vassoura, além de chamá-lo de “viadinho“.

O MP informou que recebeu a denúncia, registrada como uma “notícia fato”. Em nota, o órgão se posicionou e disse que vai investigar o ocorrido com o ativista, Neymar e seus amigos.

“O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) acatou o pedido de apuração das ameças de morte que o ativista LGBTI+ Agripino Magalhães vem sofrendo depois que denunciou o jogador Neymar Jr. e seus amigos por crimes de homofobia, incitação ao ódio e ameaça de morte de um LGBTI”.

Foto: Reprodução/Internet
João Felix

No mesmo dia, Agripino, ao citar as denúncias, postou a seguinte frase nas redes sociais: “Ser LGBTI+ é, antes de tudo, uma ação política. É uma afirmação diária de nossa existência e busca por respeito aos direitos”.

O ativista LGBTI+ vem sofrendo ameaças de morte - Foto: Reprodução/Instagram
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