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Adilson Batista, sobre ex-cartolas do Cruzeiro: “Espero que sejam presos”

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O inédito rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro continua assombrando o Cruzeiro. Agora foi a vez de Adilson Batista, que comandou o time na reta final da competição e foi demitido em março deste ano, soltar o verbo. E o alvo foi certeiro: a diretoria do clube em 2019, mais precisamente o ex-presidente Wagner Pires de Sá; o vice-presidente de futebol, Itair Machado; e o diretor geral Sérgio Nonato.

“Eu espero que eles sejam presos. O Ministério Público e a Polícia Federal têm que agir, porque eles têm que ir para Curitiba, na Polícia Federal. Eles têm de pagar, porque o que fizeram com o clube é coisa para sair enjaulado”, disse o técnico em entrevista ao jornalista Jorge Nicola, detalhando os absurdos que disse ter presenciado.

“O Cruzeiro tinha jogadores com salário de R$ 1 milhão que ficavam no banco. Outros ganhando R$ 900 mil, R$ 800 mil, R$ 700 mil, e menino da base com salário de R$ 150 mil. E jogador que fez apenas cinco jogos, menino com empresário que recebeu R$ 500 mil de comissão. Teve indenização de R$ 50 milhões, e hoje o rombo é de R$ 1 bilhão.”

Adilson foi o quarto técnico do Cruzeiro no Brasileirão, pegando nas últimas rodadas um trabalho que havia sido feito por Mano Menezes, que entrou na Justiça contra o clube; Rogério Ceni, que recentemente disse qual seria a sua parcela de responsabilidade; e Abel Braga. Adilson mal teve tempo para trabalhar, uma vez que a queda para a Segundona aconteceu nove dias depois de sua chegada, e virou o ano na Toca da Raposa. No entanto, não resistiu aos maus resultados no Campeonato Mineiro, no qual a Raposa ocupa a quinta posição.

João Felix

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