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Cicinho culpa falta de tranquilidade nos treinos por fracasso em copa de 2006

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A derrota na Copa do Mundo de 2006 ainda não é bem aceita pela maioria dos torcedores brasileiros. Uma seleção repleta de craques, como Ronaldo, Ronaldinho, Káka e Adriano chegou à Alemanha como grande favorita ao hexa. 

Após o fracasso nas quartas de final, diante da França, do carrasco Zidane, muitos da mídia e do grande público apontaram salto alto como o motivo da derrocada. Cicinho, lateral reserva do Cafú, na época, discorda desse pensamento. Para o ex-jogador, o motivo esteve na falta de tranquilidade do elenco para treinar.

João Felix

“O maior problema na Copa do Mundo de 2006 não foi salto alto, mas não ter uma tranquilidade para a preparação. Não tínhamos condições de fazer um treinamento só os jogadores. Sempre tinha milhares de pessoas assistindo aos treinamentos. Parreira tinha que mudar treino físico por coletivo porque o torcedor estava vaiando. A preparação nos atrapalhou”, revelou em entrevista aos canais “Fox Sports”.

“Eu, do banco de reservas, não via nosso time perdendo. Nosso time era muito superior, mas acabamos perdendo por detalhes, lances, como o da falta, que treinamos pouco. (…) Era uma jogada que evitaríamos com mais tempo de treinamento. Faltou uma melhor estrutura para o Parreira trabalhar aquele elenco fantástico. E se isso tivesse acontecido, a história seria outra”, completou.

Sobre a atual geração da seleção, Cicinho apontou os nomes que ele gostaria de ver assumindo a lateral, no lugar de Daniel Alves:

“O lateral que pode substituir o Daniel Alves tranquilamente é o Rafinha, mas isso depende do que o Tite pensa. Também poderia usar o Militão, que é mais jovem. Acho que com Rafinha e Militão, o Brasil estaria muito bem servido. O problema do Brasil não é o ataque (…) e um jogador para resguardar a zaga ajudaria bastante. Essa qualidade o Militão tem”, finalizou.

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