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Presidente da federação italiana cita perda milionária e quer o reinício das ligas; Reunião está previsa para a próxima quinta-feira

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A Itália foi um dos países que mais sofreu com o coronavírus. Há mais de dois meses paralisado, o futebol sofreu uma perda financeira de 500 milhões de euros (quase R$ 3 bilhões) durante a pandemia.

As informações foram concedidas pelo presidente da federação italiana, Gabriele Gavina, que deseja o retorno das competições o mais rápido possível, à revista à revista “Riparte l’Italia”.

“Se não começarmos imediatamente, haverá mais danos irreparáveis ao futebol italiano. Já perdemos 500 milhões de euros. Devemos defender 100 mil trabalhadores, 1,4 milhão de afiliados e 4,7 bilhões de euros de faturamento. Começar de novo significa jogar”.

Ainda acrescentou, reforçando a importância do futebol no país: “A disseminação do contágio da covid-19 virou nossas vidas de cabeça para baixo e impôs mudanças radicais no nossos hábitos e relacionamentos interpessoais, mas não quebrou o fio do amor que liga o futebol à Itália. Todos os anos, 570 mil partidas oficiais são disputadas na Itália, ou seja, 1.600 por dia”.

João Felix

Segundo o jornal “Marca”, o ministro dos Esportes da Itália, Vicenzo Spadafora, a Federação Italiana de Futebol (FIGC) e a organização da Série A irão se reunir na próxima quinta-feira para definir “se e quando” a temporada será retomada. 

O futebol italiano espera a autorização para o retorno das atividades, mesmo sem público, já que houve uma queda nos números de casos confirmados e mortes. 

O “sinal verde”, que deu esperanças à federação, foi a liberação dos treinos desde o último dia 18. O Comitê Técnico Científico permitiu a realização dos treinamentos após analisar o cenário do país. A FIGC, no entanto, segue firme na vontade de retomar as competições. 

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