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Muros da Gávea são pichados após encontro de Landim com Bolsonaro

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Pichações chamam dirigentes de "fascistas" e pedem por democracia

Após a Prefeitura reforçar que os treinos não estão autorizados no Rio de Janeiro, o Flamengo manteve a programação, e os jogadores se apresentaram nesta quinta-feira no Ninho do Urubu. Durante a madrugada, os muros da sede da Gávea foram pichados em forma de protesto pelo encontro do presidente do clube Rodolfo Landim, com o Presidente da República, Jair Bolsonaro.

João Felix

As pichações chamavam o presidente Rodolfo Landim e o vice de relações externas Luiz Eduardo Baptista, o Bap, de “fascistas”. Os dizeres “Clube do povo” e “somos democracia” também apareceram nas pichações, assim como uma homenagem ao massagista Jorginho, vítima do Covid-19. Horas depois do protesto, o clube apagou as mensagens com tinta branca.

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O clube não tem registrado as práticas nas redes sociais e a imprensa está vetada. Este é o terceiro dia de atividades no Ninho do Urubu. Após o elenco ser submetido a exames na segunda-feira, os jogadores foram aos campos e trabalharam com bola nos últimos dias.

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