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Galvão Bueno fala sobre relação com o Flamengo

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Narrador contou histórias de torcedor, além de revelar quais foram os momentos mais marcantes da carreira

O narrador Galvão Bueno foi entrevistado pelo ex-jogador do Flamengo Zico, em seu canal no YouTube “Zico 10“. Galvão falou sobre sua relação com o time do coração antes de começar a trabalhar, quando costumava ir com frequência ao Maracanã, e teve a oportunidade de ver de perto uma sequência de títulos do Flamengo. Já quando começou a narrar, continuou acompanhando de perto a equipe, mas sem revelar que torcia pelo Rubro-Negro.

Após muito tempo trabalhando na mídia, o narrador optou por revelar para qual clube torce. Além disso, ele pontuou que o desempenho de Zico acabou aumentando ainda mais o sentimento que já era muito forte.

“Eu só me abri pro torcedor do Flamengo recentemente. No tricampeonato (Carioca) do Flamengo, (53-54-55), meu tio Antônio me levava para o Maracanã, ia desde os cinco anos de idade. Faziam festa comigo. Quando você começa a trabalhar, tem que deixar isso de lado. Vivi grandes conquistas do Flamengo narrando, mas nunca entreguei meu clube de coração, sempre foi a seleção brasileira. De uns anos pra cá, a idade me permite, não tem problema, a galera me respeita. Mas o Zico me fez aumentar o sentimento pelo Flamengo”, declarou.

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Além disso, Galvão pontuou sobre sua experiência em Copa do Mundo. Presente em 12 competições de seleções, este número deve ficar maior, já que sua presença em 2022, no Qatar, deve ser confirmada.

“Fiz 12 Copas do Mundo. E para o Qatar, 13. Não gosto muito desse número, mas o Zagallo gosta… Eu não pude narrar os jogos do Brasil (em 1982) porque o direito era do Luciano do Valle. É uma coisa que me faltou faltando em Copa do Mundo ter narrado um jogo do Brasil daquele time tão fantástico, é uma das coisas mais espetaculares que o futebol mundial teve. O pentacampeonato é muito importante, primeira vez que Brasil x Alemanha se encontravam em Copa do Mundo. Mas, falou Copa, o que vem na cabeça? O tetra. Eram 24 sem conquista, tinha que ter acontecido em 82, acabou não acontecendo. Do jeito que foi, muito mais inteiro que a Itália… Depois da cobrança, vira aquela explosão. Foi o gol, que eu narrei com mais intensidade, que não foi gol. Não tem como esquecer”, completou.

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