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Campeonato alemão planeja retornar no começo de maio, afirma diretor

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De acordo com CEO da Liga do Futebol Alemão, jogos deverão ocorres de portões fechados até 2021

Christian Seifert, executivo-chefe da Liga Alemã de Futebol (DFL), revelou que as duas principais ligas de futebol do país, o campeonato alemão da primeira e segunda divisão, planejam voltar à ação no início de maio.

As duas ligas estão suspensas, desde 13 de março, como resultado da pandemia de coronavírus. Os primeiros sinais sugeriam que um retorno poderia estar mais próximo, quando jogadores de times como o Bayern de Munique e o Borussia Dortmund, voltaram aos treinos no início desta semana, embora através de sessões muito adaptadas para reduzir os problemas de saúde.

Agora, o dirigente deu indícios mais claros de que o futebol alemão poderia voltar em breve. Em entrevista ao New York Times, Seifert disse que as partidas serão retomadas com portões fechados, em todos os 36 estádios, em menos de um mês.

“Fazemos parte da cultura do país, as pessoas anseiam por recuperar um pequeno pedaço da vida normal, e isso pode significar que o campeonato alemão volte com suas atividades”, disse Seifert. Seifert acrescentou que os jogos serão apenas para a televisão, e que provavelmente permanecerá até o final do ano.

Tal mudança da Liga, que espera encerrar a temporada doméstica até o final de junho, contrasta fortemente com outras grandes ligas europeias de futebol. É improvável que o campeonato inglês retorne até julho, acrescenta o relatório.

O estudo dos organizadores do campeonato estimou que, mesmo em estádios vazios, as partidas do alemão exigirão 240 pessoas, incluindo jogadores, comissão técnica e equipe médica, árbitros e equipe de produção. Dois grupos foram criados para lidar com os aspectos práticos da realização de cada partida. Um estabelecerá regulamentos uniformes para as jornadas de jogos e o outro elaborará um plano de higiene para treinamentos e jogos, e definirá as medidas a serem tomadas se um jogador for contaminado.

“Queremos dar confiança aos jogadores, às suas famílias e à sociedade também”, disse Seifert.

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